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Economia

Na trilha dos percal�os profissionais

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PATRYCIA MONTEIRO Editora de Economia Há cinco anos formada em relações públicas pela Universidade Federal de Alagoas, Luciana Guedes, uma maceioense de 28 anos, sabe o que é batalhar. Desde que se formou, sua luta para conseguir um emprego fixo com carteira assinada ainda não teve resultado. Mas ela continua empenhada, semana a semana, enviando seus currículos para as empresas e respondendo aos anúncios de jornais. Apesar de não estar no mercado formal, Luciana trabalha. Mãe de duas filhas, a realidade a conduziu para atividades fora de sua área, que não asseguram direitos trabalhistas como o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), férias e 13º salário. ### Educação é o ponto mais forte de Maceió, diz FGV Em uma situação hipotética, se você tivesse que escolher uma capital brasileira para desenvolver uma nova carreira, qual delas escolheria? Segundo pesquisa recente da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro, a melhor opção está a quilômetros de distância de Maceió. A capital alagoana ocupa 21ª posição no ranking formado pelas melhores capitais para se trabalhar, liderada por São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, respectivamente. ### Emprego formal teve queda de 40% em 2005 Uma clara demonstração da falta de vigor da economia de Alagoas pode ser observada a cada mês na divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego. O levantamento registra o número de admissões e demissões no mercado formal de trabalho de todos os estados do País. No caso alagoano, um fenômeno se repete quando se observa o desempenho do mercado formal de trabalho a cada ano. O saldo formado entre o número de contratações com carteira assinada subtraído das demissões sempre fica negativo no período de dezembro a abril (ver tabela). ### Serviços foi o setor que mais contratou O setor de serviços foi a atividade produtiva que apresentou maior saldo positivo entre admissões e demissões no Estado em 2005. É o que aponta o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Pelo segmento, foram gerados 3.057 novos postos de trabalho. O segmento, inclusive, manteve uma certa estabilidade no quadro de contratações ao longo do ano. ///

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