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Exporta��es de AL e NE crescem pouco

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PATRYCIA MONTEIRO Editora de Economia Em julho deste ano, as exportações de Alagoas registraram uma retração de 53,23% em relação ao mesmo mês do ano passado. Na prática, as vendas externas alagoanas somaram US$ 20,126 milhões no mês passado, contra US$ 46,9 milhões em 2005. Segundo o relatório mensal do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o mês passado foi o que apresentou o desempenho mais fraco para o Estado ao longo do ano. O segundo mês de desempenho tímido foi maio, que totalizou US$ 20,131 em receitas. ### Câmbio e concorrência prejudicam NE Para entender o desempenho nas exportações dos estados nordestino não é possível fazer muitas generalizações. Dependendo da pauta de produtos comercializados externamente por cada um deles é possível dizer o que interferiu positiva ou negativamente sobre os resultados e estimar se vai haver ou não uma recuperação no segundo semestre do ano. No caso da Bahia, as vendas externas de gasolina e pasta de madeira contribuiram positivamente para seu desempenho nos sete primeiros meses do ano. Esses produtos registraram incrementos de 49,94% e 161%, respectivamente. ### Vendas de fumo saem por outras praças Mas, quais foram os produtos que diminuíram o ritmo de crescimento das exportações alagoanas até julho deste ano. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, foram os produtos químicos, exportados pela Braskem e o fumo. Nos sete primeiros meses de 2006, o fumo, cultivado na região Agreste do Estado, sobretudo em Arapiraca, registrou um faturamento de US$ 2,933 milhões. Contudo, em relação ao mesmo período do ano passado, houve uma queda de receita de 23% ? que até julho de 2005 foi de US$ 3.814 milhões. ### AL deve exportar álcool combustível De janeiro a setembro de cada ano, observa-se sempre uma redução nas receitas das exportações de Alagoas. É que embora haja condições de estocagem, os maiores embarques de açúcar e álcool são realizados de novembro a março em função da safra de cana-de-açúcar, que inicia em setembro. Contudo, em dois meses deste ano, o Estado apresentou um faturamento inferior em relação aos mesmos meses de 2005. Isso aconteceu em maio e julho, as menores receitas do ano, ambas com montantes da ordem de US$ 20,1 milhões. ///

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