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Economia

Mantega anuncia corte de emendas

| CÁTIA SEABRA Folha de São Paulo Os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Paulo Bernardo, anteciparam a necessidade de retenção (contingenciamento) de gastos do Orçamento deste ano. Na mira, as verbas incluídas por meio de emendas de

Por | Edição do dia 03/01/2007 - Matéria atualizada em 03/01/2007 às 00h00

| CÁTIA SEABRA Folha de São Paulo Os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Paulo Bernardo, anteciparam a necessidade de retenção (contingenciamento) de gastos do Orçamento deste ano. Na mira, as verbas incluídas por meio de emendas de parlamentares. O Orçamento saiu do Congresso cerca de R$ 11 bilhões mais gordo. Segundo Mantega, “todo esse acréscimo, ou uma boa parte dele, terá que ser congelado, contingenciado”. ### País pode ter juro de 6%, diz Bernardo O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse durante a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Planalto, que todas as condições estão dadas para que o Brasil tenha juros reais de 6% a 7% ao ano. Bernardo não disse quando isso será possível. A taxa básica dos juros está em 13,25% – quase 9% reais, ou seja, descontando a inflação. É a maior taxa real do mundo. A declaração de Bernardo foi dada em reação ao discurso de Lula no Congresso, em que o presidente disse que “nenhum País consegue ter uma política sólida de crescimento se o custo de capital, ou seja, o juro, for mais alto do que as taxas médias de retorno dos negócios”. ///

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