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Economia

AL enfrenta mercado competitivo do PVC

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MÁRIO LIMA Editor de Economia Alagoas marca sua reestréia no competitivo mercado de transformação do plástico, após quase 10 anos de tentativas frustradas ? com projetos que não emplacaram ?, com o pé direito. O governo de Teotonio Vilela Filho (PSDB) acaba de acertar com a empresa paulista Plásticos Vipal S/A, uma das maiores transformadoras de PVC do País, a implantação de uma indústria de casas populares no Estado, com tecnologia à base dos termoplásticos, que vai reforçar o fechamento da Cadeia Produtiva Químico-Plástico (CPQC). ### Segmento do plástico em AL tem baixa performance Na primeira entrevista coletiva à imprensa, o governador Teotonio Vilela (PSDB) frisou, logo no início, que o desenvolvimento econômico de Alagoas passaria pela implementação da cadeia produtiva química e plástica, que junto com o fortalecimento do agronegócio, da agricultura familiar e do turismo, iriam alavancar a economia alagoana. Mas no que se refere a hoje já denominada Cadeia Produtiva Química e Plástica (CPQP), com Alagoas oferecendo seus recursos naturais e renováveis como matéria-prima para abastecer indústrias de 2ª, 3ª e 4ª geração de transformação do plástico, o caminho não será fácil. ### PVC também é destaque no Agreste de AL Mas o PVC não está somente ligado a gigantes do ramo, como a Braskem, e nem o mercado alagoano dos plásticos fica tão sem referência. No coração do Agreste de Alagoas está a Araforros, empresa fabricante de forros, perfis e portas cuja matéria-prima é o PVC. ?A Araforros foi criada para atender aos mais altos padrões internacionais de excelência na fabricação de produtos em PVC?, diz Alexandre Bezerra, gerente comercial. ### Infra-estrutura pronta para as empresas Embora chegue com um atraso de mais de oito anos, depois de muitos encontros e desencontros entre o setor produtivo e o governo, finalmente começa a ser desenhada em Alagoas a Cadeia Produtiva Química Plástica (CPQP). Desta vez, pesos pesados da economia alagoana estão concentrando forças para consolidar um pólo de indústrias de transformação do plástico ? com eixo de consumo e produção ? a partir de atrativos locais já definidos e infra-estrutura garantida. ### BNDES pode liberar crédito para o CPQP Se depender do secretário de Desenvolvimento Econômico, Luiz Otávio Gomes, a criação da Cadeia Produtiva Química Plástica (CPQP) não tem volta. Animado, ele garante que além da Vipal Plásticos, que vai trazer para Alagoas sua indústria de casas populares, já tem uma série de empresas interessadas em trazer suas plantas para Alagoas. Mas ele segura sua empolgação. ?Neste momento não estamos criando expectativas, nem garantindo quantas empresas virão. ///

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