app-icon

Baixe o nosso app Gazeta de Alagoas de graça!

Baixar
Nº 5655
Economia

Geração de emprego em Alagoas cresce 5,8% e soma 22,7 mil vagas

Saldo foi puxado pelo setor de serviços, que respondeu por 57,8% do total de vagas criadas, o equivalente a 13.182 postos

Por Carlos Nealdo | Edição do dia 30/12/2023 - Matéria atualizada em 30/12/2023 às 09h46

A geração de empregos com carteira assinada em Alagoas registrou um crescimento de 5,8% de janeiro a novembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado na quinta-feira (28), pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Segundo o levantamento, este ano o estado abriu 22.777 vagas formais de trabalho. O volume é a diferença entre as 175.432 admissões e os 152.655 desligamentos. O saldo foi puxado pelo setor de serviços, que respondeu por 57,8% do total de vagas criadas, o correspondente a 13.182 postos de trabalho.

A indústria aparece em seguida, com a geração de 3.674 vagas. O comércio criou 3.335 empregos e a construção, 2.636. O setor agropecuário foi o único a registrar saldo negativo este ano, com o fechamento de 50 vagas.

Em novembro, Alagoas registrou a criação de 2.834 postos de trabalho com carteira assinada. O volume é a diferença entre as 14.582 admissões e as 11.748 demissões.

No mês passado, a geração de empregos foi puxada pelo comércio, com a criação de 901 vagas. Em seguida aparecem a indústria (806 vagas), serviços (784) e construção (456). A agropecuária teve saldo negativo de 113 vagas, uma vez que foram contratados 420 trabalhadores e demitidos 533 no mês.

Em todo o país, foram gerados no país 1.914.467 postos de trabalho de janeiro a novembro deste ano.

Os estados com maior saldo no acumulado de 2023 foram São Paulo (mais 551.172 empregos, com crescimento de 4,2%), Minas Gerais (saldo de 187.866) e Rio de Janeiro (mais 165.701).

Até agora, no ano, o maior crescimento do emprego formal ocorreu no setor de serviços, com saldo de 1.067.218 postos formais de trabalho (o que representou 59,8% do resultado).

Mais matérias
desta edição