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Nº 5655
Economia De acordo com o levantamento, em janeiro de 2023 o preço médio do botijão de 13 kg era de R$ 73,86. Já na última semana do ano, o valor atingiu R$ 91,30

Preço do gás de cozinha aumenta de 23,6% e o da gasolina, 9,4% em um a

Em contrapartida, o valor do diesel registrou uma retração de 11,4%; já o o preço do etanol hidratado recuou 4,7% em 2023

Por Carlos Nealdo | Edição do dia 04/01/2024 - Matéria atualizada em 04/01/2024 às 04h00

O preço médio do gás liquefeito de petróleo — o popular gás de cozinha — comercializado em Alagoas registrou alta de 23,6% ao longo do ano passado, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (03), pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com o levantamento, em janeiro de 2023 o preço médio do botijão de 13 kg era de R$ 73,86. Já na última semana do ano, o valor atingiu R$ 91,30.

Com a reoneração do diesel e do gás de cozinha, que entrou em vigor na segunda-feira (1º), é possível que os dois combustíveis sigam com preços elevados este ano.

Em 2023, ainda segundo o levantamento da ANP, o preço médio do diesel vendido nos postos alagoanos era de R$ 6,63. Já na última semana de dezembro, o valor havia recuado para R$ 5,87 — uma retração de 11,4%.

Outro combustível que encerrou o ano com preços menores foi o etanol hidratado, que iniciou 2023 sendo comercializado a R$ 3,97 e fechou o ano com preço médio de R$ 3,78 — um recuo de 4,7%.

Em contrapartida, o valor médio da gasolina comum vendida em Alagoas registrou alta de 9,4% — saltando de R$ 5,08 no início do ano para R$ 5,56 no fim de dezembro.

MAIS VANTAJOSO

Com os preços praticados no estado, o etanol hidratado terminou o ano com mais vantagem em relação aos demais combustíveis, o que significa que abastecer o veículo com o combustível derivado de cana de açúcar pesou menos no bolso do alagoano no ano passado.

Além de Alagoas, no Distrito Federal e em outros oito estados — Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo era mais vantajoso abastecer com etanol.

No restante das unidades da federal, continua mais vantajoso abastecer o carro com gasolina. Conforme levantamento da ANP, na última semana de dezembro a média dos postos pesquisados no País o etanol tinha paridade de 61,29% ante a gasolina, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo.

A paridade estava em 67,99% em Alagoas, 61,08% em Goiás; 55,32% em Mato Grosso; 61,47% em Mato Grosso do Sul; 62,32% em Minas Gerais; 68,49% na Paraíba; 64,59% no Paraná; 69,82% no Rio de Janeiro e 60,00% em São Paulo. No Distrito Federal, estava em 65,19%.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

Na última semana de dezembro passado, os preços médios do etanol hidratado caíram em 19 estados e no Distrito Federal e ficaram estáveis em 7 na semana de 24 a 30 de dezembro. Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol caiu 1,16%, de R$ 3,46 o litro na semana anterior para R$ 3,42 o litro.

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