loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Economia

Economia

Jovens alagoanos vivem d�cada perdida

Ouvir
Compartilhar

MÁRIO LIMA Editor de Economia A crise do desemprego que atinge o jovem brasileiro também se instalou em Alagoas. Empresas de captação de recursos humanos, como a Gelre ? uma das maiores do País, e que mantém uma agência em Maceió, com média diária de recebimento de 100 a 150 currículos ? apontam para uma queda de até 20% na colocação desses jovens no mercado de trabalho, nos primeiros três meses do ano, em relação ao mesmo período do ano passado. ### Geração de emprego ainda não saiu do papel Na esfera do governo do Estado, quatro meses após a posse do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB), a geração de emprego para jovens ainda está no papel, dentro do programa de planejamento estratégico da Secretaria das Relações do Trabalho, conforme explicou à Gazeta, o secretário titular da pasta, Régis Cavalcante. ?Ainda estamos formatando as políticas de apoio ao jovem com relação à geração de emprego. Mas, como prioridade vamos investir na capacitação e na empregabilidade dos jovens que trabalham na Zona da Mata, na zona canaviera?, diz Régis. ### Meta é pôr fim à formulação de cadastros O diretor-executivo da Gelre, Regis Cansanção, aponta um fato que ilustra a dificuldade de desenvolvimento pessoal, profissional e educacional dos jovens alagoanos. Uma de suas metas para 2007, seria acabar com o ?papel? na formulação dos cadastros para os candidatos a emprego, com a informatização do processo, mas veio a triste constatação. ?Infelizmente nosso local de menos acesso para captação de novos contratos foi a internet, de 7% a 10% do total. Esse ano nossa meta era deixar de receber papéis, mas tivemos que voltar aos velhos formulários. A exclusão digital de Alagoas é um caso muito sério?, diz Cansanção. ### Empresas devem destinar até 15% de vagas para jovens Eles são empregados temporários, que trabalham com prazo determinado, terceirizados ? funcionários prestadores de serviço ? ou integram modelos de escola e empresa, centrais de estágios e mais recentemente os ?cotistas? de aprendizagem, como são chamados os garotos e garotas que tiveram a oportunidade de integrar o Programa Jovem Aprendiz, criado por lei, já regulamentada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que obriga empresas de médio porte em diante a ter de 5% a 15% de seu quadro com aprendizes remunerados. ///

Relacionadas