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Cal�ados e bolsas alagoanas na Francal

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Lílian Tourinho Editora interina de Economia Arapiraca - Sem se importar com as dificuldades que o Estado de Alagoas ainda enfrenta para deslanchar na área industrial, fábricas de calçados e bolsas se destacam em feiras nacionais e internacionais, além de fornecer a produção para estados do Brasil e até para o exterior. Mesmo de pequeno porte, as empresas calçadistas Sandálias 755, Assis Calçados e Tairô, e as de bolsas Parisotto e Gente Miúda despontam no mercado e produzem mais de 468 mil pares e 84 mil bolsas por ano, gerando 75 empregos diretos. ### Fábrica transforma lixo em calçados Arapiraca - No meio do agreste alagoano, encontra-se uma das maiores fábricas de calçados de Alagoas. Diferencial: matéria-prima reciclada. Isso mesmo, a Santo Antonio ? Sandálias 755, no bairro de Ouro Preto, em Arapiraca, a 120km de Maceió, com 23 funcionários, retira da natureza 30 toneladas de lixo por mês ou ?sucata de PVC? para usar na fabricação das sandálias. ?O lixo reciclado na empresa levaria de 100 a 500 anos para se decompor no meio ambiente?, disse Antonio Rodrigues Bandeira, no mercado desde março de 2002. ### Bolsas do Prado exportadas para a Itália Há sete anos no mercado de bolsas, a empresária Maria Aparecida Parisotto Lucas emprega 14 pessoas e corta 100 bolsas por hora o que dá uma média de 50 mil por mês. ?Fazendo bolsas também para congressos e artefatos publicitários, conquistei o nosso maior patrimônio que são os clientes como Sebrae, Sesi, Braskem, governos estadual e federal?, destaca Parisotto, com a fábrica no Prado, em Maceió. ///

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