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Rendimento do trabalhador sobe 7,2%

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G1 A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD-2006), divulgada ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostra que houve aumento no rendimento médio dos trabalhadores, principalmente no poder de compra dos trabalhadores de baixa renda. Mas, por outro lado, mais da metade (51,2%) da população ocupada do País não contribuiu para a Previdência em 2006. Segundo o IBGE, de 2005 para 2006, houve aumento de 7,2% no rendimento médio dos trabalhadores. O percentual é superior ao que havia sido registrado de 2004 para 2005 (4,6%). Esse rendimento médio real, em 2004, era de R$ 788; em 2005, de R$ 824; e em 2006; de R$ 883. ### Ganho não chega ao patamar de 1996 Os trabalhadores que ganham menos foram os que registraram maior recuperação do poder de compra em 2006, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). A coordenadora de emprego e rendimento do instituto, Márcia Quintslr, disse que a recuperação ocorreu para os 50% dos trabalhadores com rendimento mais baixo. Mas, para o total dos trabalhadores, incluindo todas as faixas de rendimento, ainda que tenha ocorrido o maior crescimento anual dos últimos anos (7,2% ante 2005), o rendimento médio real do trabalho não chegou, em 2006, ao patamar em que estava em 1996. ### Fecundidade chega a 2 nascimentos A taxa de fecundidade no Brasil em 2006 ficou em 2,0 nascimentos por mulher, inferior à verificada no ano anterior (2,1 nascimentos por mulher), segundo a Pnad. A pesquisa mostra também uma redução no percentual de pessoas de zero a 9 anos de idade e aumento de porcentual de pessoas de 40 anos ou mais no total da população. A fatia de pessoas de zero a 9 anos recuou de 17,1% em 2001 para 16,5% em 2005, enquanto a de 40 anos ou mais aumentou de 31,5% para 32,3%. ///

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