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Renda cai pelo 16� m�s e desemprego sobe para 7,7%

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O índice oficial de desemprego atingiu 7,7% do total de pessoas economicamente ativas (conjunto de pessoas trabalhando ou procurando emprego) em maio nas seis regiões metropolitanas do País pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa foi a maior taxa desde maio de 2000, quando o indicador atingiu 7,8%. A renda do trabalhador das seis maiores regiões metropolitanas do País também está em queda e encolheu pelo 16º mês consecutivo. O dado consta na Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE Em abril, a renda real (já descontada a inflação do período) caiu 4,1%, em média, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em março, a renda média havia registrado diminuição de 5,3%.Os trabalhadores mais prejudicados foram os que têm carteira de trabalho assinada, cuja redução dos rendimentos foi de 4,8%. O grupo dos que trabalham por conta própria sofreu uma redução de 3,2% em sua renda. Já os que trabalham sem carteira assinada tiveram um crescimento de 1,1% em seus rendimentos. De janeiro a abril, a queda na renda do trabalhador chega a 5,3%, em média, se comparada ao mesmo período do ano passado. Em abril, a renda média do trabalhador correspondeu a R$ 784,33, o equivalente a 3,9 salários mínimos. Desemprego O IBGE registra crescimento do desemprego pelo segundo mês consecutivo. Em abril, a taxa de desemprego já havia sido a maior desde maio de 2000, com 7,6%. Na média do ano, a taxa de desemprego ficou em 7,2%. O pequeno crescimento na taxa de abril para maio se deu porque houve um aumento de 2,6% no número de pessoas procurando trabalho entre um mês e outro. O número de pessoas ocupadas aumentou, mas em uma velocidade menor do que a busca pelo emprego. O número de pessoas trabalhando de abril para maio subiu 0,5%. De maio do ano passado para maio deste ano, o IBGE apurou um aumento de pessoas em busca de trabalho nas seis regiões. Em maio de 2001, eram 1,276 milhão de pessoas procurando emprego e em maio de 2001, subiu para 1,488 milhão. Já o número de pessoas com trabalho também aumentou em relação a maio de 2001; foram abertos 323.347 novos postos de trabalho.

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