Economia
Obras do Distrito Industrial voltam � estaca zero
Carlos Nealdo Editor de Economia Uma série de fatores negativos está contribuindo para retardar as obras de revitalização do Distrito Industrial Governador Luiz Cavalcante, em Maceió. Motivo de uma reunião ocorrida antes mesmo da nova equipe do governo de Teotonio Vilela Filho tomar posse, há pouco mais de um ano, o futuro do pólo industrial acabou indo parar na Justiça. É que as empresas desclassificadas na disputa da licitação para tocar as obras recorreram do resultado. Com isso, as obras não puderam prosseguir. ?Ainda não tivemos solução quanto a isso?, revela o secretário de Desenvolvimento Econômico, Luiz Otávio Gomes. ### Novas fábricas investirão R$ 112 milhões Redação Alagoas está retomando seu processo de industrialização após anos de estagnação econômica. Só este ano, quatro novas empresas iniciarão suas atividades no Estado e outra entrará em operação no primeiro semestre de 2009. No período de 18 meses, as cinco novas fábricas que se instalarão no Pólo Multifabril de Marechal Deodoro vão investir R$ 112 milhões e gerar 1.150 empregos diretos. A atração destas novas indústrias é fruto de uma parceria estabelecida entre o governo do Estado com a Braskem, uma das maiores empresas privadas instaladas em Alagoas que produz matéria-prima para o segmento industrial cloro-químico. ### Grupos vão gerar empregos diretos Redação O grupo Agromotor, de Goiás, é outro que também vai instalar uma nova indústria em Alagoas. Aqui, será construída a filial da Duroplasticos que vai requisitar investimento de R$ 10 milhões. Está nos planos do grupo captar parte desses recursos no Banco do Nordeste (BNB). A nova fábrica vai gerar 250 empregos diretos e produzir tubos e forros de PVC. A nova unidade industrial entrará em operação já em setembro deste ano. Com 45 anos de atuação no mercado, o grupo Agromotor mantém uma fábrica de produtos de PVC situada em Goiânia e outra empresa de produtos para irrigação localizada em Palmas (Tocantins). ?Essa parceria entre a Braskem e o governo foi de fato um diferencial e tanto?, diz Gil Ferreira, diretor-presidente do grupo. ///