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Produtores tentam retomar programa do milho no Estado

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| Edivaldo Junior Editor Gazeta Rural Não existem números precisos, nem estatísticas oficiais. Mas os especialistas arriscam entre 220 mil e 260 mil toneladas anuais o consumo de milho em Alagoas. Com terras férteis, água a vontade e muita disposição para trabalhar bem que o agricultor alagoano poderia assegurar o auto-abastecimento estadual. Poderia. Mas assim como acontece com a maioria dos alimentos, o Estado importa entre 80% e 90% do grão necessário para abastecer suas indústrias e agropecuárias. O agropecuarista Álvaro Vasconcelos faz as contas. No preço atual, cerca de R$ 500 por tonelada de milho, os criadores de aves, suínos, produtores de leite e indústrias de alimentos a exemplo do Grupo Coringa, de Arapiraca, gastam de R$ 110 milhões a R$ 130 milhões por ano em aquisições de milho. ### Produção pode ser alternativa de renda A Secretaria Estadual de Agricultura vai participar da retomada do programa do milho inicialmente com o apoio institucional e com a articulação. Mas desde já o secretário Alexandre Toledo está convencido de que é um bom negócio para o Estado incentivar a produção do grão. ?O milho é fundamental para a avicultura, a suinocultura e a pecuária de leite. A tendência mundial é de alta nos preços. Produzir para suprir o mercado local é uma excelente oportunidade para o produtor?, afirma. O presidente da Faeal, Álvaro Almeida, também está otimista. ### No resto do País, milho transgênico | G1 Os produtos feitos com milho transgênico liberado há uma semana pelo Conselho Nacional de Biossegurança vão ter de enfrentar uma batalha técnica e jurídica para provar a segurança alimentar e serem comercializados. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, avisou que o registro de produtos que levem em sua composição milho geneticamente modificado só será concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) caso seja comprovada a sua segurança. ///

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