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Nº 5751
Economia

AL fecha 1º semestre com superavit na balança comercial

As vendas para o exterior renderam ao estado R$ 2,8 bilhões; já as importações movimentaram R$ 2,1 bilhões no período

Por Carlos Nealdo | Edição do dia 06/07/2024 - Matéria atualizada em 06/07/2024 às 04h00

Alagoas fechou o primeiro semestre deste ano com um superavit na balança comercial de US$ 142,9 milhões (o equivalente a R$ 780,1 milhões no câmbio atual). O resultado é a diferença entre as exportações, que registraram crescimento de 5,2%, e as importações, que avançaram 16,8% na comparação com o primeiro semestre do ano passado.

Segundo dados divulgados na quinta-feira (4), pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as vendas para o exterior nos seis primeiros do ano renderam às empresas alagoanas US$ 528,8 milhões - cerca de R$ 2,8 bilhões. Já as importações movimentaram US$ 385,9 milhões (ou R$ 2,1 bilhões).

Em junho, segundo os dados do governo federal, as exportações alagoanas renderam US$ 56 milhões, um crescimento de 5,9% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em números absolutos, as empresas locais US$ 3,16 milhões a mais entre um mês e outros.

No mês passado, as compras das empresas alagoanas no exterior movimentaram US$ 62,4 milhões, um crescimento de 7,6% ante junho de 2023. Em valores absolutos, foram movimentados US$ 4,41 milhões a mais entre um mês e outro.

O açúcar segue sendo o produto mais exportado em Alagoas, com 78% do total enviado ao exterior. No primeiro semestre, as vendas internacionais renderam US$ 411 milhões, um crescimento de 15,5% ante igual período do ano passado. Isso representa US$ 55,1 milhões a mais.

No lado das importações, o ranking é liderado por equipamentos de telecomunicações, incluindo peças e assessórios, com 5% do total comprado em outros países. Em seguida aparecem malas, pastas, estojos e sacos de viagem, com 5,1%.

Em todo o país, a balança comercial acumula superavit de US$ 42,31 bilhões no primeiro semestre deste ano, com queda de 5,2% em relação aos mesmos meses do ano passado. Esse é o segundo maior resultado para o período desde o início da série histórica, em 1989, só perdendo para 2023, que registrou US$ 44,617 bilhões.

Puxado pela queda no preço da soja e do milho e pelo aumento na importação de veículos elétricos, o superavit da balança comercial caiu em junho. No mês passado, o país exportou US$ 6,711 bilhões a mais do que importou, divulgou nesta quinta-feira (4) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O resultado representa queda de 33,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, mas é o quarto melhor para meses de junho, só perdendo para o recorde de junho de 2021, de US$ 10,414 bilhões; de 2023, de US$ 10,077 bilhões, e de 2022, de US$ 8,89 bilhões.

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