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Alagoas deixa de ter gasolina mais cara do NE

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Edivaldo Junior A posição de Alagoas melhorou no ranking de preços da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Na última pesquisa divulgada pela ANP(realizada entre os dias 30 de junho e 6 de julho), o Estado aparece em quarto lugar na Região Nordeste, três posições abaixo do levantamento anterior, com preço médio de R$ 1,796 por litro do combustível. Segundo o último levantamento da ANP, no Nordeste o Estado que tem o maior preço médio da gasolina é o da Bahia (R$ 1,886), seguido pelo Maranhão (R$ 1,814) e pela Paraíba (R$ 1,805). Os demais Estados aparecem com preços menores que os de Alagoas (R$ 1,796): Piauí (R$ 1,776), Pernambuco (R$ 1,755) Rio Grande do Norte (R$ 1,751), Ceará (R$ 1,719) e Sergipe ( R$ 1,664). Nesta pesquisa, Maceió aparece com um preço médio de R$ 1,801 por litro da gasolina. Os números ainda não refletem completamente, na avaliação do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo (Sindicombustíveis), as mudanças de preços provocadas pelo reajuste anunciado pela Petrobras no início deste mês. Durante a semana, o preço da gasolina do tipo oscilou, em Maceió, de R$ 1,85 a R$ 1,89, refletindo o aumento de 6,5% nas refinarias. A expectativa do Sindicombustíveis, entretanto, é de que o valor médio do litro do combustível fique entre R$ 1,83 e R$ 1,85. ?A queda de preços é reflexo da concorrência entre os postos e também entre as distribuidoras. Existe uma disputa de mercado e é natural, nestes momentos, que os revendedores tentem otimizar o máximo seus custos, em busca da preferência do cliente?, analisa Mário Jorge Uchoa, presidente do Sindicombustíveis. Mesmo com o reajuste praticado nos postos do Estado, o Sindicombustíveis não acredita que na próxima pesquisa apareça com o maior preço do Nordeste, a exemplo do que ocorreu no levantamento anterior. ?Existem muitas peculiaridades envolvendo a definição dos preços dos combustíveis de um Estado para o outro. Nós trabalhamos com margens de lucros conhecidas pela população. Uma coisa posso garantir: não são os postos os responsáveis pelo alto preço da gasolina ou do diesel?, argumentou Uchoa.

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