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domingo, 31/08/2025 | Ano | Nº 6044
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Mercados externos pressionam alta do risco-pa�s brasileiro

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O risco-país brasileiro encerrou o dia a 1.550 pontos, uma alta de 2,6% sobre o fechamento anterior, e manteve a terceira posição no ranking mundial, atrás da Argentina (6.636 pontos) e da Nigéria (2.285 pontos), e imediatamente à frente do Equador (1.262 pontos). A alta de ontem se deve principalmente ao agravamento da crise de confiança nos EUA e na Europa, abalados por uma série de escândalos contábeis. Assustados com os riscos dentro de seus próprios mercados, os grandes investidores evitam uma exposição maior aos emergentes, derrubando os títulos da dívida desses países e elevando seu risco. Fraudes Na quinta-feira, as suspeitas de fraude atingiram mais uma grande empresa, o conglomerado de mídia AOL-Time Warner. Além disso, a Johnson & Johnson está envolvida em uma investigação do governo sobre os efeitos de um remédio para anemia. As ações da companhia desabaram 15,8% ontem. O risco-país é calculado pelo banco JP Morgan por meio do índice Embi+, que mede a diferença, em centésimos de pontos percentuais (pontos-base), entre a média dos juros pagos pelos títulos da dívida de determinado país e os juros dos títulos do Tesouro dos EUA, considerados virtualmente de risco zero. Quanto maiores esses juros, maior é a possibilidade do país declarar moratória, maior o risco-país e menor a cotação dos títulos. O dólar ontem fechou em alta de 0,59%, a R$ 2,867 para venda e R$ 2,865 para compra, acumulando na semana alta de 2,02%. Influenciada pela forte queda nas bolsas estrangeiras, a Bovespa registrou queda de 2,37% e o C-Bond, principal título da dívida brasileira no exterior, cai de 0,88% para63,77% do valor de face.

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