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Governo faz nova ofensiva contra spread

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Brasília, DF ? Sem sucesso até agora na queda-de-braço travada com os bancos contra os elevados spreads bancários (a diferença entre o custo de captação do dinheiro e a taxa cobrada do cliente) praticados no Brasil, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, prepara um conjunto de medidas, inclusive de caráter legislativo, para enfrentar o problema e começou a conversar com parlamentares para angariar apoio nas votações. Uma das propostas que ganham espaço, mas está ainda restrita à área técnica do Ministério da Fazenda, é atrelar a oferta de crédito e a queda de spread aos depósitos compulsórios que os bancos são obrigados a manter no Banco Central. O banco campeão de spread baixo, ou que atingisse uma meta preestabelecida de oferta de crédito, receberia como prêmio um alívio dos compulsórios. ### Meta de superávit será mantida | FOLHAPRESS Brasília, DF ? O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse a empresários semana passada que o governo não vai reduzir a meta de superávit primário do setor público, hoje em 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB). O ministro prometeu também que o governo vai anunciar no dia 20 o corte de gastos de custeio, para equilibrar as contas públicas por causa da queda de arrecadação. ?O governo não vai reduzir o superávit primário. Não há debate a respeito da possibilidade de reduzir o primário?, disse Paulo Godoy, presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e das Indústrias de Base (Abdib), após participar de reunião com Mantega. ///

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