loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Economia

Economia

Diretores do BC defendem desindexa��o

Ouvir
Compartilhar

Brasília e São Paulo, DF e SP ? Em meio ao debate sobre a mudança da rentabilidade da poupança, o diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Mario Torós, defende uma desindexação maior da economia para permitir a queda mais forte dos juros. O diretor da instituição financeira afirmou, em São Paulo, que a economia brasileira atingiu um nível de estabilidade econômica diferente do que havia na adoção do Plano Real, em 1994, e requer um novo padrão de desindexação. A declaração de Torós explicita uma discussão que o governo vem mantendo nos bastidores a respeito dos mais diversos mecanismos de correção de preços, que conservam a engrenagem da indexação na economia a todo o vapor. Os entraves são muito maiores do que apenas a correção da poupança. ### Ata cita poupança e sinaliza com limite | Agência Estado São Paulo, SP ? Pela primeira vez numa ata do Copom, o Banco Central (BC) deu a entender que a remuneração fixa das cadernetas de poupança e dos fundos de pensão pode ser uma limitação para cortes mais agressivos na taxa básica de juros no País, a Selic, agregando-se ao debate estampado há semanas na imprensa. Sem citar explicitamente a caderneta ou os fundos de pensão, o BC disse que a ?avaliação do Copom sobre o espaço para flexibilização monetária adicional também leva em conta aspectos, resultantes do longo período de inflação elevada, que subsistem no arcabouço institucional do sistema financeiro nacional?. O mercado financeiro entendeu o recado e sobre o que a autoridade monetária estava se referindo. Se o governo quebrar a rigidez de remuneração dessas aplicações, o BC pode dar curso ao processo de redução firme dos juros, num quadro de desaquecimento expressivo da atividade e de redução de pressões inflacionárias. ///

Relacionadas