Economia
D�lar tem novo recorde e Bolsa sobe
São Paulo ? O dólar encerrou, ontem, um dia tenso com a promessa de mais nervosismo hoje e o terceiro recorde consecutivo de fechamento desde a implantação do real, a R$ 2,946 para venda e R$ 2,944 para compra, em alta de 0,89%. Durante o dia, a moeda também registrou cotação recorde de negociação: R$ 2,967. No paralelo, em São Paulo, a moeda chegou a ser vendida por inéditos R$ 3. Em São Paulo, o dólar paralelo fechou com desvalorização de 0,33%, a R$ 2,96 para venda e a R$ 2,92 para compra. Já o turismo, onde o impacto da lei da oferta e da procura não costuma ser instantâneo, não cedeu e fechou a R$ 2,99 para venda e a R$ 2,88 para compra, em alta de 1,70%. Bolsa de Valores A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) interrompeu ontem a seqüência de três baixas e fechou em alta de 1,97% aos 9.937 pontos, após uma manhã de nervosismo, quando chegou a cair até 3,3%. À tarde, Wall Street respirou e subiu forte após os abalos provocados pelos escândalos e fraudes contábeis de grandes corporações. É um movimento de recuperação dos preços depois de sucessivas baixas, que deixaram as ações baratas, atraindo agora compradores. Ninguém arrisca dizer que essa tendência vai persistir nos próximos pregões. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, terminou em alta de 6,35% e voltou ao patamar acima de 8.000 pontos. Já a Nasdaq, que concentra os papéis das empresas de tecnologia, subiu 4,96%. Apesar da valorização, o principal índice da Bolsa paulista ainda acumula perdas de 6% na semana, de 10,8% no mês e de 27% no ano.