CASA PRÓPRIA
Imóveis: Maceió tem o metro quadrado mais caro do NE, diz FipeZap
Apesar da leve retração de 0,04% em julho, o preço médio na capital alagoana atingiu R$ 9.962, aponta levantamento
O preço dos imóveis residenciais à venda em Maceió registrou leve queda de 0,04% na passagem de junho para julho, e atingiu a média de R$ 9.962 o metro quadrado, segundo o Índice FipeZap divulgado nessa quarta-feira (5), pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Apesar da retração, o valor é o mais alto entre as cidades nordestinas pesquisadas.
No âmbito geral, o preço médio do metro quadrado registrado na capital alagoana no mês passado é o 13º maior do Brasil entre as 55 cidades pesquisadas, e o 8º entre as capitais. Nessa base de comparação, Vitória (ES) aparece em primeiro lugar do ranking, com R$ 15.448.
Em seguida aparecem Itapema (SC), com valor médio de R$ 15.403, Balneário Camboriú (SC – R$ 15.295), Florianópolis (SC – R$ 13.461) e Itajaí (SC – R$ 13.301).
Na outra ponta, Pelotas (RS) aparece com o preço do metro quadrado mais baixo do País: R$ 4.547. São Vicente (SP) aparece logo depois, com R$ 5.086), seguida de Betim (MG – R$ 5.105), São Leopoldo (RS – R$ 5.212) e Ribeirão Preto (SP – R$ 5.325).
Operação Ruptura: PC investiga organização criminosa em Coruripe
Instituto Federal de Alagoas abre curso de mídias sociais
Homem é baleado na cabeça após discussão em Arapiraca
Ex-policial militar é preso por golpes em Maceió
Davi Davino confirma convite para ser vice, mas rejeita: "Sou candidato ao Senado"
No Nordeste, depois de Maceió, o preço médio do metro quadrado mais alto foi registrado em Fortaleza, com R$ 9.449. Em seguida aparecem Recife (R$ 8.834), São Luís (R$ 8.767) e Salvador (R$ 8.610).
Com o resultado de julho, o preço médio do metro quadrado em Maceió acumula alta de 3,42% no ano e 4,05% em 12 meses.
De acordo com o índice FipeZap, o valor dos imóveis na capital alagoana foi puxado pelo bairro da Pajuçara, que registrou preço médio de R$ 13.909 o metro quadrado. Em seguida aparecem a Ponta Verde (R$ 11.551), Jacarecica (R$ 11.436), Jatiúca (R$ 10.976) e Cruz das Almas (10.512).
Na parte de baixo da tabela, a Serraria aparece com o menor valor por metro quadrado: R$ 6.143). Depois aparecem Gruta de Lourdes (R$ 6.433), Barro Duro (R$ 7.425) e Poço (R$ 7.600).
Em nível nacional, os preços dos imóveis residenciais registraram alta de 0,46% em julho, praticamente repetindo o ritmo observado em junho.
No acumulado de 2026, no entanto, os imóveis registram valorização média de 2,89%, abaixo da inflação projetada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no período, de 3,43%. Já na comparação com os últimos 12 meses, o mercado imobiliário segue ganhando da inflação: os preços acumulam alta de 5,46%, acima dos 4,43% registrados pelo IPCA.
Os dados mostram que a valorização continua disseminada pelo país. Entre as 56 cidades monitoradas, 49 registraram aumento nos preços em julho.
IMÓVEIS COMPACTOS
O levantamento também mostra que os imóveis compactos seguem liderando a valorização.
As unidades de um dormitório registraram a maior alta em julho, com avanço de 0,55%, e continuam sendo as mais caras quando analisado o preço por metro quadrado, com média de R$ 12.123/m².
Já os imóveis de dois dormitórios tiveram a menor valorização mensal (0,39%) e também apresentam o menor preço médio por área, de R$ 8.886/m².
Na comparação dos últimos 12 meses, os apartamentos de um dormitório também lideram os ganhos, acumulando valorização de 7,29%, enquanto as unidades de três dormitórios registraram o menor avanço no período (4,04%).