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PECUÁRIA

Abate de bovinos cresce 9,6% em Alagoas no 2º trimestre

Período registrou processamento de 47,3 mil cabeças, aponta levantamento do IBGE

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Abate de bovinos tem o melhor desempenho para o 2º trimestre
Abate de bovinos tem o melhor desempenho para o 2º trimestre | Foto: — Divulgação

O abate de bovinos registrou crescimento de 9,6% em Alagoas no segundo trimestre e somou 47,3 mil cabeças, ante as 43,2 mil abatidas no mesmo período do ano passado, segundo levantamento divulgado nessa terça-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com o primeiro trimestre, quando foram abatidas 45,4 mil cabeças, o crescimento foi de 4,3%. Segundo o IBGE, o resultado é o melhor para o trimestre em cinco anos.

Em todo o País, foram abatidas 10,72 milhões de cabeças bovinas. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve aumento de 1,3% e, em relação ao 1º trimestre de 2026, o crescimento foi de 4,0%.

Esse total foi o maior resultado para um segundo trimestre da série histórica.

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Junho foi o mês de maior atividade do trimestre, com um abate total de 3,66 milhões de cabeças, variação positiva de 3,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

O abate de fêmeas teve queda de 1,9% em relação ao mesmo período de 2025, e, na comparação trimestral, cresceu 2,0%.

O abate de 135,71 mil cabeças de bovinos a mais no 2º trimestre de 2026, em relação ao mesmo período do ano anterior, foi impulsionado por aumentos em 19 das 27 Unidades da Federação.

Entre aquelas com participação nacional a partir de 1,0%, os incrementos mais significativos ocorreram em: São Paulo (+151,70 mil cabeças), Minas Gerais (+46,71 mil cabeças) e Mato Grosso (+34,99 mil cabeças). As quedas mais significativas ficaram por conta do Pará (-78,29 mil cabeças), do Maranhão (-32,27 mil cabeças) e de Mato Grosso do Sul (-30,70 mil cabeças).

Com 16,9% da participação nacional, Mato Grosso continua liderando o abate de bovinos, seguido por São Paulo (12,2%) e Goiás (10,0%).

LEITE

Segundo levantamento do IBGE, a aquisição de leite cru no País foi de 6,61 bilhões de litros, equivalente a um acréscimo de 1,0% em relação ao 2° trimestre de 2025, e uma redução de 2,5% em comparação com o trimestre imediatamente anterior.

Os meses de abril, maio e junho de 2026 apresentaram os maiores valores da série histórica, considerando os respectivos meses de todos os segundos trimestres. Maio foi o mês de maior captação, com mais de 2,23 bilhões de litros.

O preço médio do leite pago ao produtor foi de R$ 2,70, uma recuperação expressiva da baixa do preço verificada nos trimestres anteriores. O preço foi 1,5% inferior ao praticado no trimestre equivalente do ano anterior; porém, em comparação ao preço médio do 1º trimestre de 2026, houve crescimento de 20,5%.

No comparativo do 2º trimestre de 2026 com o mesmo período de 2025, o acréscimo de 64,6 milhões de litros de leite captados em nível nacional é proveniente de aumentos registrados em 12 dos 26 Estados participantes da Pesquisa Trimestral do Leite.

Em nível de Unidades da Federação, os acréscimos mais relevantes ocorreram no Paraná (+49,61 milhões de litros), no Rio Grande do Sul (+44,28 milhões de litros) e em Santa Catarina (+17,92 milhões de litros).

As principais quedas ocorreram em: Goiás (-38,11 milhões de litros), Rondônia (-11,57 milhões de litros) e Tocantins (-9,63 milhões de litros).

Minas Gerais liderou o ranking de aquisição de leite, com 23,8% da captação nacional, seguido por Paraná (16,2%) e Rio Grande do Sul (13,1%).

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