POLÍCIA FEDERAL
Operação prende 7 por abuso infantojuvenil em 5 estados
Ação mira armazenamento e compartilhamento de conteúdos ilícitos na internet
A Polícia Federal realizou operações pelo país na manhã dessa quinta-feira (5) para combater crimes de abuso e exploração sexual infantojuvenil no ambiente digital, com ações em São Paulo, no Amazonas, no Paraná, no Piauí e na Paraíba. Sete suspeitos foram presos.
Na Grande São Paulo, a PF prendeu três pessoas em flagrante durante a Operação Mujaki. Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos na capital e em cidades próximas. A análise preliminar identificou arquivos com cenas de abuso sexual infantojuvenil em três endereços. O órgão afirma que os dispositivos eletrônicos apreendidos podem ajudar a identificar outros envolvidos e localizar possíveis vítimas.
Em Serrana, no interior paulista, um suspeito foi preso em flagrante pelo armazenamento do material ilícito. A 13ª fase da Operação Hórus cumpriu mandados de busca e apreensão domiciliar e pessoal, autorizados pela 7ª Vara Federal de Ribeirão Preto (SP). A investigação teve origem em comunicações encaminhadas por provedores de internet no âmbito de cooperação internacional e identificou que, entre 2022 e 2025, o homem compartilhou arquivos contendo cenas de exploração de crianças e adolescentes por meio de plataformas digitais.
Em Manaus, ocorreram três ações: Horizonte Protegido, Sentinela Guardiã e Vínculo Seguro. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, resultando na prisão em flagrante de um investigado.
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Outra pessoa foi presa em flagrante em Curitiba, no âmbito da Operação Cybertrace 6, que cumpriu dois mandados de busca e apreensão. Na ação, foram recolhidos equipamentos eletrônicos e mídias de armazenamento.
Em Picos (PI), a PF cumpriu um mandado de prisão preventiva. A perícia nos equipamentos eletrônicos apreendidos revelou arquivos ilícitos, além de indícios de produção própria das imagens e de possível prática de abuso contra vítima vulnerável. A medida cautelar foi decretada em razão do risco de reiteração criminosa e da necessidade de proteger possíveis vítimas.