app-icon

Baixe o nosso app Gazeta de Alagoas de graça!

Baixar
Nº 5754
Esportes

Levir Culpi afirma que sorte est� voltando ao Palmeiras

São Paulo - O técnico do Palmeiras, Levir Culpi, comentou após o empate por 1 x 1 com o Santos que a sorte de sua equipe está melhorando nos últimos jogos, em relação à série de maus resultados obtidos ao longo do Campeonato Brasileiro. “O resultado para 

Por | Edição do dia 01/10/2002 - Matéria atualizada em 01/10/2002 às 00h00

São Paulo - O técnico do Palmeiras, Levir Culpi, comentou após o empate por 1 x 1 com o Santos que a sorte de sua equipe está melhorando nos últimos jogos, em relação à série de maus resultados obtidos ao longo do Campeonato Brasileiro. “O resultado para nós foi péssimo, já que continuamos na última colocação. Mas de qualquer forma parece que a sorte está mudando de lado. A bola começou a entrar e ainda contamos com a excelente atuação do Marcos”, comentou o treinador. Apesar de se referir à sorte, Levir Culpi observou alguns pontos em que o Palmeiras apresentou uma significativa evolução nos dois últimos jogos. “Em vários lances foi possível ver algumas melhoras, tanto no aspecto técnico como na disposição tática dos jogadores”, ressaltou o técnico palmeirense. O técnico ressaltou ainda que a sua equipe foi prejudicada pela arbitragem de Anselmo da Costa. Para o treinador, o juiz cometeu uma série de erros, que pode ter dado um outro rumo ao resultado final do jogo. “Houve o lance do gol, que pode ser atribuído ao árbitro e ao bandeirinha. O critério dos cartões também não foi igual e em alguns momentos do jogo ele chegou a pressionar nossos jogadores. Esta foi a primeira vez em que fomos prejudicados pela arbitragem”, disse o técnico palmeirense. Autor do gol que poderia ter dado a vitória ao Palmeiras contra o Santos, mas que foi anulado pelo árbitro, o meia Zinho destacou alguns pontos importantes do clássico contra o Santos: o seu gol anulado, a atuação de Marcos e a confiança dos torcedores. Sobre o gol, foi taxativo. “Na hora, fiquei com um pouco de dúvida. Mas, no vestiário, fui informado de que a bola tinha mesmo entrado”, salientou. “O juiz me mandou calar a boca e deu amarelo. O Alexandre se exaltou e foi expulso”. Sobre Marcos, só elogios. “Ele foi um herói, um monstro em campo, que fechou o gol”, disse. “A torcida percebe a nossa dedicação em campo e nos apóia. É fundamental”, finalizou.

Mais matérias
desta edição