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Bocha convive com falta de apoio

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Dedicado à causa e parceiro dos atletas, o pró-reitor Geraldo Magella enfatizou o envolvimento dos profissionais da área de Educação Física, Terapia Ocupacional e Fisioterapia. Segundo revelou, todos, de algum modo, estão comprometidos em garantir espaço para a prática do esporte adaptado, bem como com o empenho dos praticantes. ?Mas as dificuldades financeiras existem. Não temos condições de comprar troféus para os campeonatos, camisas para identificar a seleção alagoana e transporte especial para os atletas. Identificamos vários com o potencial de se tornar atletas, mas a dificuldade de chegarem aqui é enorme. Também precisamos de ajuda para a alimentação e uma área específica para a prática. Isso é importante para o Estado, para o mundo do esporte?, detalhou o pró-reitor da Uncisal. Na universidade, o esporte é praticado no salão da entrada, numa área próxima ao lado do espaço de convivência dos estudantes. Entre o vaivém de alunos, pessoas da comunidade, médicos e funcionários, os atletas treinam às terças-feiras, das 15 às 17 horas. A área dedicada à prática não está com todas as dimensões oficiais. Os boxes, de onde são lançadas as bolas, por exemplo, possui um espaço menor que o ideal. A marcação que define a área de jogo é feita com fitas adesivas coloridas. Mesmo com todo esse improviso, o empenho dos atletas é admirado por quem passa. O respeito e a curiosidade pela concentração chama a atenção de todos. Não é raro, em meio à comemoração de cada ponto marcado, após uma jogada bem-sucedida, o público se manifestar. Foi assim com um grupo de crianças que assistiu a um dos treinos na última terça-feira. ?

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