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Esportes

PATADA AT�MICA E CONVULS�O NO CAMINHO DO TETRA

Mas apesar das inúmeras vitórias e títulos na carreira até então, nesse período, o ex-goleiro conta dois episódios que marcaram o elenco do Galo naquela trajetória vencedora. “Em 1977, ano do bicampeonato, a gente estava sofrendo muito com os atrasos cons

Por | Edição do dia 24/02/2013 - Matéria atualizada em 24/02/2013 às 00h00

Mas apesar das inúmeras vitórias e títulos na carreira até então, nesse período, o ex-goleiro conta dois episódios que marcaram o elenco do Galo naquela trajetória vencedora. “Em 1977, ano do bicampeonato, a gente estava sofrendo muito com os atrasos constantes de salários. No meu caso, eu tinha separado da mulher e ficava na casa de minha mãe, o que diminuía a minha dificuldade em relação aos outros jogadores”, diz. Outro fato que marcou o goleiro e torcedores neste mesmo 1977 foi uma convulsão antes do início do campeonato. “Foi durante uma partida contra o São Domingos, no chamado ‘Torneio Início’, uma tradição nos anos 70. Eu defendi um pênalti, mas bati com a cabeça no poste e tive uma convulsão, o que causou muita preocupação na hora. Tive que ser transferido para o Hospital de Emergência que, na época, funcionava onde existe a Santa Casa de Misericórdia”, relembra. Questionado pela Gazeta qual ou quais foram seus ídolos que o inspiraram a ser goleiro, bem como qual jogador adversário considerava o seu maior carrasco, César refresca a memória dos mais saudosos. “Um grande ídolo para mim e que ensinou muito foi o goleiro Zé Luiz, do CSA. Ele era de uma categoria impressionante”, revela. Zé Luiz foi goleiro nos anos de 1960.

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