Esportes
Seu Man�, o �dolo mambembe
Em 1973, a pedido do jogador alagoano, tricampeão pelo Flamengo-RJ e campeão do mundo em 1958 Edvaldo Alves de Santa Rita, o Dida, Garrincha veio fazer um jogo beneficente em Alagoas. Nesse ano, vestiu o manto azul e branco do Centro Sportivo Alagoano (CSA), time de coração de Dida, onde iniciou a carreira. ?Foi a última vez que o Trapichão recebeu o seu Mané. Aí está ele, o gênio, formando ala comigo, numa lembrança singela daquele amistoso contra o ASA. Jogar ao lado do meu amigo foi uma das grandes emoções de minha vida, já que não pude fazer na seleção, porque não deixaram?, assinala Dida, no livro Histórias de Um Campeão do Mundo, organizado pelo radialista Luiz Alves. Em um encontro com Mané Garrincha, no Rio de Janeiro, já na sua fase de internação em clínicas de recuperação, Dida registrou uma pérola, nas palavras de Garrincha: ?Compadre (gostava de me chamar de compadre), se eu tivesse bola de cristal, que aquele time de camisa azul e branco ia chegar a ser famoso, teria ficado por lá, para colaborar com aquela turma boa?.