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“S� fui me encontrar no karat�”

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A bem-humorada Katiane Régia conta que a vontade de praticar karatê vem desde a adolescência, mas esbarrava na opinião da mãe, que dizia que o karatê era esporte para homem. ?Pratiquei vôlei, atletismo, aeróbica, mas não teve jeito. Só fui me encontrar no karatê?, revela, lembrando que começou a treinar porque os primos dela já treinavam na academia de Enio. Foi lá que se conheceram e começaram a namorar. Veio o casamento e a união já dura 13 anos. Sobre o fato de a mãe ter dito que karatê é esporte para homem, Katiane diz que hoje ela não pensa mais assim. ?Hoje minha mãe vibra com minhas conquistas. Além do mais, essa história de dizer que é um esporte masculino não é verdade. Somos femininas. A mulher que pratica karatê não fica masculinizada. Ela fica com o corpo definido, e com um melhor condicionamento físico?, defende. Foi em 1996 que Katiane começou nessa arte marcial e não parou mais. ?O médico achava que seria prejudicial eu praticar quando estava grávida, mas terminou permitindo que eu treinasse. Então, treinei até o oitavo mês de gestação da Yuki. Dois meses depois que tive a minha filha, eu já não aguentava mais ficar parada, sem treinar. Meu corpo pedia que eu voltasse ao karatê. E voltei, com a permissão do médico?, relata.

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