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Esportes

O JOGO QUE N�O SAI DA CABE�A DO PROFESSOR

Feitos os contatos, Rommel era do CSA para a temporada de 1981. Na Era João Lyra, o time vinha embalado por um vice-campeonato nacional da Taça de Prata - fato inédito para um clube do pequeno Estado de Alagoas. Para melhorar, havia quebrado a hegemonia d

Por | Edição do dia 02/06/2013 - Matéria atualizada em 02/06/2013 às 00h00

Feitos os contatos, Rommel era do CSA para a temporada de 1981. Na Era João Lyra, o time vinha embalado por um vice-campeonato nacional da Taça de Prata - fato inédito para um clube do pequeno Estado de Alagoas. Para melhorar, havia quebrado a hegemonia do rival, CRB, que havia cravado simplesmente quatro canecos seguidos (ver detalhes na pág C3). Mas foi em 1982 o jogo da vida Rommel. O CSA chegou pela segunda vez a decidir um título nacional. Era a Taça de Prata novamente na vida do Azulão. A decisão foi contra o Campo Grande, do Rio de Janeiro. A primeira partida foi no Estádio Rei Pelé no dia 11 de abril. Ficou conhecido como o “jogo da virada”. Rommel fez três gols e ainda perdeu um pênalti. “Inesquecível”, afirma. Um jogo cheio de grandes lances e a movimentação do marcador mexeu com os nervos de mais de 28 mil torcedores azulinos. O CSA começou bem, atacando com velocidade. Foi assim que chegou ao 1º gol. Rommel lançou Américo em profundidade que foi derrubado na entrada da área. Rommel cobrou de forma magistral, como de costume, e abriu a contagem. Mas a partir dos 30 minutos, o Campo Grande passou a dominar e o CSA, perdido. O zagueiro Jerônimo começou a fazer bobagens. Fez um gol contra e perdeu a bola na entrada da área e permitiu que o Campo Grande marcasse o 2º gol, e logo depois os cariocas ampliaram para 3 a 1, com um ponta direita chamado Tuchê infernizando a defesa. Este foi o marcador do 1° tempo. Os azulinos estavam abatidos.

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