Esportes
Paix�o ao extremo
Eles não escondem sua paixão pelos esportes de aventura. São loucos e apaixonados por cada desafio, por cada prova, por cada descoberta do improvável, do inesperado. Hélio Jugurta é formado em Ciência da Computação e atua como gerente de uma empresa de soluções em tecnologia. Mas vive como poucos a adrenalina dos esportes de aventura. Ele revela que já está ?viciado? na adrenalina da aventura há uma década. ?Comecei em 2003, portanto estou completando dez anos de muitas aventuras. Comecei fazendo trilhas de mountain bike de forma despretensiosa, depois comecei a competir em mountain bike, quando em 2003 começaram as primeiras corridas organizadas em Alagoas. De lá pra cá, não parei mais? declarou. SEM ENVOLVIMENTO De uma maneira despretensiosa, Hélio passou a ser um competidor com alguns resultados expressivos. Foi quatro vezes campeão nordestino. Algumas vezes campeão alagoano, baiano e pernambucano. Há quatro anos ?adotou? uma verdadeira família: a equipe Makaíra. Desde a adoção, que esta família não deixa de brilhar. A Makaíra é top 10 do Brasil. EXPLICAÇÃO Para Hélio, a participação nas corridas de aventura é uma sensação quase que inexplicável. ?Jogar em equipe em um esporte que tem uma relação muito forte com a natureza é especial. Conheci lugares fantásticos pelo Brasil que não conheceria se não fosse pelo esporte?, revela Jugurta. A mesma sensação experimentada por um veterano é revelada por uma atleta iniciante. ?A sensação é de liberdade, superação, pico de adrenalina e de dever cumprido?, diz Kate Matias, gerente de negócios e que há pouco mais de um ano começou a participar de corridas de aventura. Para ela, alguns momentos são marcantes, apesar do curto tempo de envolvimento com a adrenalina proporcionada pelas disputas. ?Iniciei em março do ano passado, com o grupo Ciclistas Corredores, disputando corridas de ruas, foi quando ampliei minha rede de contatos e a partir daí nunca perdi um trekking. Virei fã da turma?, declarou Kate.