Esportes
VERS�ES DISTINTAS PARA O QUASE GOL
A edição do jornal em que Rufino conta o que viu do fato foi revelada no dia 17 de outubro de 2004 à jornalista da Gazeta e ele ainda acrescentou em seu depoimento diante da sui generis situação e em qual Rufino se viu em maus lençóis. ?Fiz o que determina a lei do futebol. Dei bola ao chão, no mesmo local onde ela teve contato com o massagista. Não tinha outra opção. Não poderia dar o gol porque ele não aconteceu ?, justificou Rufino à época. Então quando a bola tocou o solo, o goleiro Paulo Sérgio foi nela. Segundo Rufino, um lance considerado legal. ?O goleiro poderia ter feito isso porque a bola já estava em jogo. Ele pegou a bola dentro da área. E para ser sincero, eu senti um grande alívio, pois vi que o jogo tinha continuado normalmente, apesar de o inferno ter se instalado em todo o estádio, com a torcida inflamada?, revelo o ex-árbitro. ?Interessante, porque dentro de campo, na grande maioria das vezes, o destaque é quase sempre um jogador, que marca um golaço ou não marca, porque perdeu um gol feito ou porque fez o gol salvador, no caso do goleiro, faz defesas milagrosas. Vez ou outra o treinador de uma equipe se transforma na atração quando monta um esquema tático que lhe garante o resultado positivo ou, ainda, quando acerta nas substituições?, opina Perdigão.