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SANTA RITA E O MUNGUZ� COM SACO DE P�O
Nas histórias do Estádio Severiano Gomes Filho também passou gente como Santa Rita, atacante. Ele foi um daqueles que a trupe das antigas gosta de lembrar com o velho jargão ?jogar por amor à camisa ?. Santa foi do CRB entre 1945 e 1950. Morava na Praça Sinimbu e ia para o campo da Pajuçara a pé pelo trilho do trem. Saía de casa às 5 horas da manhã. Treinava individual com o sargento Miguel. Depois fazia o coletivo com o treinador Zequito Porto. ?Quando terminava o coletivo, todos tomavam banho e iam pegar o rango do Zé de Barros, que tomava conta do Campo da Pajuçara. Era um panelão de munguzá com um saco de pão e muito café. Depois iam até a Praça do Rex e tomavam o bonde e iam para o trabalho antes de 8 horas?, contou o ex-atacante já falecido, em depoimento ao Museu da Imagem e do Som de Alagoas (Misa). ?