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F�S HOMENAGEIAM O ETERNO �DOLO REGATIANO
Carlos Almeida Lima Filho, o ?Carlinhos da Confraria?, 54 anos, é um tipo de torcedor que tem cordão umbilical com o CRB desde sempre. Apesar de nascido no Rio de Janeiro, talvez tenha mais amor ao Galo do que um nativo. Sua paixão pela cor vermelha e branca e por tabela pelo Galo é tão expressiva que não o convidem para vestir nada que tenha azul (cor do rival CSA) ? nem mesmo um simples jeans. ?Sou carioca de nascimento, mas CRB de corpo e alma. Costumo dizer que o Galo foi meu quintal durante mais de 50 anos, pois fui morador da Rua Ouvidor Batalha, vi muitos jogadores importantes jogarem no CRB e outros monstros sagrados do futebol brasileiro que treinavam no campo da Pajuçara, que ficava vizinho a minha casa. E um deles foi o Joãozinho?, diz o fã, que foi um das mais de 24 mil testemunhas que viram a catarse em 1976 quando Joãozinho fez três gols e estraçalhou o CSA. ?Por ser um ídolo, o Joãozinho merecia mais respeito dos dirigentes do CRB?, cutuca Carlinhos. Certamente se refere ao tratamento dado ao ídolo regatiano que foi demitido do clube só porque não apoiou a mulher do atual presidente, Marcos Barbosa, que também é político.