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Justi�a nega extens�o de habeas corpus
Rio de Janeiro, RJ ? A Justiça negou, nesta terça, pedido que permitiria que o diretor-executivo da empresa Match, o inglês Raymond Whelan, 64, fosse solto. Ele está preso em Bangu 10, um dos presídios do complexo de Gericinó, desde o dia 14. A defesa do executivo tinha pedido à Justiça que a liminar para o pedido de habeas corpus que o liberara da prisão temporária decretada no dia 7 fosse válido também para a prisão preventiva, decretada no dia 10. Em sua decisão, a desembargadora Rosita Maria de Oliveira Netto, da 6ª Câmara Criminal, afirma não ser possível estender os efeitos da liminar porque ?a prisão preventiva tem fundamento diverso? da temporária. A prisão preventiva de Whelan foi pedida quando o Ministério Público apresentou à Justiça denúncia contra ele e mais 11 acusados de organização criminosa, cambismo, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.