Esportes
Bom de marca��o, mas parecia carcar�
Uma rápida olhada no material da época em jornais como Jornal da Bahia e O Estado de S. Paulo constata a importância do atleta naquele contexto futebolístico. Picasso era um goleiro que também fez fama no Bahia. Assim como Aguiar, o goleiro também não chegou a vestir a famosa camisa canarinho, mas o fato de os dois terem sido lembrados numa época em que o Brasil era um manancial de craques fantásticos foi uma honra. Criado para trazer à baila justamente personagens como Aguiar, o Ídolos & Fatos desta Gazeta de Alagoas põe luz sobre uma parte da trajetória desse alagoano, um atleta que bem poucos lembram por estas bandas E não à toa, a primeira pergunta no contato com Aguiar foi: ?Como se sente no estado onde você nasceu e jogou antes de se estabelecer na Bahia??. A resposta do hoje idoso Aguiar, mas com farto riso no rosto, foi de bate-pronto: ?Me sinto esquecido?. Embora tenha seu nome lembrado para jogar na clássica seleção brasileira de 70, Aguiar sempre teve o nome ligado também a um futebol de dura marcação e às vezes taxado até de violento pelos adversários. Quem lembra bem desses atributos dados a Aguar é o diretor do Museu dos Esportes e contemporâneo de Aguiar, Lauthenay Perdigão, que escreveu vários artigos na imprensa especializada sobre o jogador.