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O CAMINHO DAS REDES: ‘Ferrim’, onde tudo come�ou

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A palavra no título ?redes?, não à toa, tem dupla significação para Jorge da Sorte. Foi na Rede Ferroviária (atual CBTU), em Maceió, que o futuro artilheiro encontrou o 1° emprego firme e com qual se aposentou. Fora contratado para a função de segurança no começo daqueles anos 1970. Futebolisticamente falando, foi lá que explodiu e estufou as redes dos adversários na chance que teve quando vestiu a camisa do Ferroviário, o ?Ferrim?, como era pelidado naquele tempo, o time do uniforme vermelho e verde. Foi na Rede Ferroviária Federal, na filial Alagoas, em Maceió, que a história de Jorge da Sorte começou a ser escrita. Nos anos 1970, a Rede Ferroviária mantia o Ferroviário Atlético Clube (FAC), equipe que escreveu sua história no futebol alagoano e que deu um baita trabalho aos chamados grandes do Estado: CSA, CRB e ASA. A história de Jorge da Sorte com o futebol começou quando ele, como quem não quer nada, foi levado ao Mutange, campo do CSA. Apresentou-se na época ao então técnico Dida, ex-Flamengo e Seleção Brasileira, que assumira o Azulão da Lagoa. De repente, foi apresentado ao famoso campeão da Copa da Suécia e ganhou uma camisa para ?brincar? junto com os cobrões azulinos Zé Preta, Misso, Soareste e tantos outros.

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