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Nº 5732
Esportes

O novo ‘dono da bola’ no futebol alagoano

Ele tem o típico porte de garoto playboy, bem-criado, e poderia curtir a vida adoidado – sem ter muitas preocupações. Mas, recentemente, assumiu um dos cargos mais visados pelos cartolas tradicionais do mundo da bola em Alagoas. E seu primeiro grande test

Por | Edição do dia 14/06/2015 - Matéria atualizada em 14/06/2015 às 00h00

Ele tem o típico porte de garoto playboy, bem-criado, e poderia curtir a vida adoidado – sem ter muitas preocupações. Mas, recentemente, assumiu um dos cargos mais visados pelos cartolas tradicionais do mundo da bola em Alagoas. E seu primeiro grande teste está sendo administrar os estilhaços que sobraram da avalanche de denúncias de corrupção que atingiram em cheio a entidade à qual está subordinado – a Fifa –, além de se livrar da “sombra” do pai famoso e polêmico, Gustavo Feijó, que dirigiu a Federação Alagoana de Futebol (FAF) por oito anos. Nesta entrevista à Gazeta, o jovem Felipe Feijó fala, de peito aberto, o que pensa e o que pretende fazer para melhorar a imagem do futebol alagoano. Como você está encarando a polêmica em torno da alta cúpula da Fifa. Já chegou de alguma forma a interferir no seu trabalho? Sou recém-chegado e pouco sei. Tudo que sei é o que tem saído na imprensa, o que tenho acompanhado pela mídia. Não chegou a interferir em nada no meu trabalho, para mim tem sido indiferente. Meu papel agora é aguardar para ver os desdobramentos disso tudo. Você acha que o escândalo na Fifa pode influenciar no repasse de recursos à FAF? Eu acredito que não. Porque todos os repasses que eles fazem são divulgados nos balanços deles. É vida que segue. A administração continua. É assim que deve se proceder. Hoje as federações recebem quanto de repasse? São R$ 50 mil por mês. Todas elas recebem isso, independentemente de qualquer que seja a federação. É a mesma coisa para todo mundo, seja federação do Nordeste, do Sudeste... Como está o seu relacionamento com os clubes de Alagoas? Está tranquilo demais. A gente se dá muito bem com CRB, CSA, ASA, que são os grandes clubes e têm um convívio maior, há mais demanda. Mas o convívio tem sido o melhor possível com todos os clubes. Claro que às vezes há divergências, mas nada que abale a relação. Quem são os dirigentes mais cricris? Eu não diria os mais cricris, mas os mais atuantes. São dirigentes que são cobrados mais pela suas torcidas. O presidente do CRB, do ASA, são atuantes. Não que os outros não sejam, mas acho que vai muito pela cobrança das suas torcidas.

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