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Profut: d�vidas e problemas para

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Profut. Esta sigla e suas consequências têm tirado o sono e o sossego de muitos dirigentes do futebol de Alagoas e, principalmente, do presidente da Federação Alagoana de Futebol (FAF), Felipe Feijó. O Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut) chegou para ficar. Sob a égide da Lei Federal nº 13.155/2015, os efeitos dele têm causado um verdadeiro pandemônio entre clubes e dirigentes. A partir do momento de promulgação da lei, os clubes precisaram se adaptar a um novo momento jurídico construído no Brasil, com uma participação forte dos grandes times e que forçará todos, grandes e pequenos, a se adaptarem a este novo instante. Para poderem estar aptas a disputar quaisquer competições, as associações esportivas precisam atender a uma série de requisitos. O Artigo 10 da lei é claro ao elencar os fatos que lhe ofertam a regularidade para disputar a competição: regularidade fiscal, atestada por meio da apresentação de Certidão Negativa de Débitos Relativos a Créditos Tributários Federais e da Dívida Ativa da União, apresentação de certidão de regularidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), além de apresentação dos pagamentos dos vencimentos acertados em contratos de trabalho e dos contratos de imagem de direitos dos atletas. Este é o grande problema. Após uma avaliação preliminar da FAF, apenas quatro dos dez times da 1ª Divisão do Alagoano afirmam ter toda a documentação exigida. CRB, Santa Rita, Coruripe e Ipanema garantem ter todos os documentos. Mas apenas o Santa Rita já apresentou toda a documentação. Sendo assim, seis estão irregulares: CSA, ASA, CSE e Murici, além de Penedense e o outro que subir para a elite do Alagoano, no caso, São Domingos ou Sete de Setembro. O problema é que a ausência dessa documentação fará com que a FAF seja obrigada a não considerar esses times aptos e, por consequência, rebaixá-los para a 2ª Divisão.

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