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Nas �guas verdes e amarelas

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A ?tempestade brasileira?, como é chamado o grupo de surfistas do País que disputa o Mundial da modalidade, está cada vez mais forte. A elite do surfe terá dez brasileiros em 2016 ? neste ano foram sete. É quase um recorde. Esse número só não é maior do que em 2001, quando 11 surfistas representaram o País no Mundial, que teve apenas cinco etapas e 46 atletas disputando o título, na ocasião. O surfe brasileiro vive excelente momento no cenário mundial, com a vitória do paulista Adriano de Souza, o Mineirinho, que conquisto o título mundial na última quinta-feira, 17, no Havaí. Em 2014, o também paulista Gabriel Medina, de 21 anos, havia colocado o Brasil no topo da modalidade. Caio Ibelli, 22, Alex Ribeiro, 26, e Alejo Muniz, 25, serão os novos representantes do Brasil na elite em 2016. Todos que disputaram o Mundial neste ano conseguiram se manter no campeonato ? dos 34, 12 caem para a divisão de acesso. Miguel Pupo ficou na 27ª posição, com 15.250 pontos. Mesmo assim, ele vai disputar a elite no ano que vem porque ficou na quarta colocação da ?segunda divisão? do surfe. A regra permite que o surfista dispute tanto o Mundial quanto a divisão de acesso. Se ele ficar abaixo dos 22 primeiros colocados na elite, ele pode garantir uma vaga no próximo ano por meio da classificação da ?segunda divisão?. Jadson André também não teve um bom desempenho na temporada, mas conseguiu se manter. Ele somou 19.950 pontos e ficou em 22º, uma posição acima da ?zona de rebaixamento?. A Austrália continua como o país com o maior número de representantes: em 2016, serão 13. Restam ainda duas vagas em aberto, que serão preenchidas com dois convites da WSL (Liga Mundial de Surfe), que ainda não divulgou os contemplados.

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