Esportes
FAF defende moderniza��o e amplia��o da capacidade
Apesar de ser a maior praça de futebol de Alagoas, o presidente da Federação Alagoana de Futebol (FAF), Felipe Feijó, lembrou que o Rei Pelé não tem condições de atrair jogos de grandes competições nem da Seleção Brasileira por conta da capacidade de público. ?O estádio já teve capacidade para 45 mil torcedores, agora tem menos de 18 mil. Por isso, os grandes clubes não fazem jogos aqui, porque querem evitar prejuízos. Preferem jogar em Manaus, Natal e em outras praças maiores?. Feijó destacou que a relação da federação com o Estado e com a Secretaria de Esporte é boa. ?A gente precisa bastante do Rei Pelé, até porque os dois maiores clubes de Alagoas têm seus mandos de campo lá?, observou. Para jogar no estádio, ele disse que os clubes pagam uma taxa simbólica de R$ 3 mil e arcam com os custos de pessoal para abrir e manter o estádio nos dias de jogos. A despesa total fica em torno de R$ 20 mil. O presidente da federação acha que a privatização ou a Parceria Público-Privada pode ser uma solução para o estádio se tornar superavitário. O problema, segundo Felipe Feijó, é achar quem vai querer administrar aquela estrutura no momento de crise por que passa o País. ?Em outras arenas, como a de Natal, só para abrir o estádio fica em torno de R$ 50 mil. Aqui, o custo operacional de um grande jogo gira em torno de R$ 20 mil, incluindo a taxa. O custo é do clube que tem o mando de campo. Mesmo assim, não é fácil?.