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Quando � preciso ser ‘gigante’

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?Quando a luta é dura, os duros lutam?. A frase acima poderá se encaixar na trajetória alvinegra antes mesmo de ser iniciada a Série C do Campeonato Brasileiro. Neste domingo, às 16h, no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca, o ASA dará seu primeiro passo na competição mais importante da temporada para uma equipe que até agora não ganhou nada e ainda perdeu o pouco que tinha. Sem título ou sem ser finalista, o ASA não terá Campeonato do Nordeste em 2017. Também não deverá ter Copa do Brasil na próxima temporada. Restará ao Alvinegro o sonho do acesso para a Série B em nova disputa na 3ª Divisão. Ano passado, após um início desacreditado, com derrota traumática na semifinal do Alagoano e com os problemas financeiros sendo sinalizados, o ASA fez uma campanha digna do nome ?gigante?. Com poucas derrotas na competição, se classificou, inclusive sendo um dos melhores do grupo e podendo decidir em casa, mas não conseguiu reverter a vantagem do Tupi (MG), criada na primeira partida. REALIDADE Este ano o cenário tem suas semelhanças. O ASA está envolto em uma gigantesca crise financeira, exacerbada pela divisão entre alvinegros, pela crise de egos e melindres e inabilidade de conviver com críticas e superar ofensas pelo bem maior que deveria ser o ASA. O time viveu a ameaça de não jogar a Série C, teve grupo que iria assumir, definiu jogadores, contatou com técnico e depois desistiu. Teve presidente que pediu licença, depois renunciou e que acabou como um torcedor que não deu sequência à administração iniciada. A situação começou a clarear quando um homem apaixonado pelo Alvinegro topou colocar o seu nome para comandar um projeto. O time foi formado com jogadores regionais e com um técnico que fez história como jogador. Jaelson Marcelino aproveitou atletas que permaneceram e trouxe uma base do Coruripe. Para o jogo deste domingo, Jaelson deverá usar a base que ele mais trabalhou ao longo da semana: Thiago Braga; Júnior, Willames José, Rayan e Igor; Ramalho, Jorginho, Diogo e João Paulo; Klenisson e Jeferson Baiano.

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