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Fisiculturista alagoana faz sucesso nos EUA

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?Dizem que a mulher é um sexo frágil, mas que mentira absurda. Eu, que faço parte da rotina de uma delas, sei que a força está com elas?, já dizia Erasmo Carlos, na música Mulher, sucesso no início dos anos 1980. E, de lá para cá, essa constatação em forma de canção nunca se tornou tão verdadeira. Sexo frágil, a mulher? De jeito nenhum! Que o diga a fisiculturista alagoana Maria Aparecida Bradley, 39 anos, ou simplesmente Carla Maria, como também é conhecida. Praticante de um esporte visto por muitos como masculino, ela põe por terra esse pensamento machista. No dia 27 de agosto, Carla Maria participou e conquistou o NPC Landa Maury Show Bodybulding, em Detroit, no Michigan, Estados Unidos, com uma apresentação impecável. Os interessados podem vê-la em sua página pessoal no Facebook, onde ela postou um vídeo de sua exibição (https://www.facebook.com/carla.maria). Trata-se de um evento que dá direito ao vencedor de ir para o National, outro grande evento que passa para o profissional, e que será realizado em Miami, EUA, no ano que vem. E para participar da próxima fase, a atleta alagoana necessita de ajuda, como tantos atletas sempre precisam e lutam por patrocínios ao longo da carreira. Ela explica: ?Estou chegando a todas as pessoas que admiram o esporte na esperança de encontrar potenciais patrocinadores para eu ir para a próxima fase da minha carreira, um qualificador para o nacional. O patrocínio pode ser de qualquer interessado ou fonte. Podem ser suplementos, produtos de nutrição, vestuário etc. Podem vir do setor privado. Enfim, toda e qualquer ajuda será muito apreciada e bem-vinda?. Maria Aparecida Bradley, ou Carla, vive nos Estados Unidos há um ano e é casada com o norte-americano John Bradley, professor de Inglês em Maceió, onde ele ficará até o fim deste ano. ?A longa e bonita história da minha vida é de perseverança e determinação em um esporte discriminado especialmente quando se é mulher, o fisiculturismo. Mas eu tenho paixão pelo culturismo desde os meus 14 anos, sempre amei e admirei um corpo atlético, portanto, isso fez com que eu me dedicasse a transformar meu porte físico no que ele é hoje?, relata.

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