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Quarteto � prata nos 4x100m rasos T11-13

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Desta vez não teve desclassificação, ninguém queimou largada e nem uma briga na justiça atrapalhou os planos. Terezinha Guilhermina deixou para trás todas as polêmicas e frustrações que viveu na Paralimpíada do Rio de Janeiro para conquistar sua primeira medalha ontem. A velocista liderou o Brasil ao ouro no revezamento 4x100m rasos T11-13, para atletas com deficiência visual. Thalita Simplício, Alice Correa, Lorena Spoladore e Terezinha conseguiram o tempo 47s57 ? novo recorde das Américas ? e só ficaram atrás da equipe chinesa, que bateu o recorde mundial com 47s18. A Colômbia completou o pódio (51s93). Se a medalha não veio nos 100m com uma polêmica desclassificação na final, nem nos 200m com a falha na largada da decisão, não escapou na prova de revezamento. E foi a primeira vez que Terezinha correu a prova em Paralimpíadas ? antes do Rio, a prova só havia sido disputada em Mundiais. O revezamento do Brasil foi tema de uma disputa na justiça na quarta. Depois de ficar fora do revezamento por opção da comissão técnica, Jerusa Santos entrou com um recurso no foro regional da Barra da Tijuca para tentar entrar no quarteto. Ela alegava que tem marcas melhores do que as concorrentes e que ficou sem a vaga por questões políticas.

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