Esportes
Jucemar e o desejo de voltar a jogar no Azul�o
O gaúcho Jucemar Décio Ribeiro da Silva é um jogador bem conhecido em Alagoas. Com passagens por CSA e CRB, Jucemar Gaúcho, como é chamado, não esconde o carinho pelo Azulão. Ele mesmo se define como mais um torcedor e diz que ter vestido a camisa azulina é motivo de honra. ?Hoje em dia, eu me identifico mais com o CSA do que com outro time que eu torço aqui no Sul. Para mim, o CSA tem mais valor. Sou um novo torcedor deste clube e estarei sempre torcendo, tenho um orgulho enorme de ter vestido este manto azul e branco. É de fazer inveja a muitos que gostariam de vestir (risos)?, declarou Gaúcho. Com o sonho de ser jogador de futebol desde criança, Jucemar disse que seu primeiro presente foi uma bola. ?Desde pequeno a bola foi a minha parceira, eu chegava a faltar aula para ir jogar bola. O futebol proporcionou coisas muito boas em minha vida. A maioria das amizades que hoje tenho é por conta do futebol, por isso que sempre digo: o esporte é um dos meios de fazermos grandes amizades, mas no futebol é de onde vêm às amizades verdadeiras?. APOIO O caminho nem sempre foi tão fácil, mas ele sempre teve o apoio de seu pai para ser tornar profissional e não esconde a admiração por tudo que o pai fez por ele. ?Meu pai sempre me deu força. Eu perdi a minha quando ainda era bebê, infelizmente eu não cheguei a conhecê-la, mas meu pai fez um grande papel de mãe e de pai. Ele me deu tudo que esteve ao alcance dele?, relembrou. Jucemar contou que o carinho entre ele e os torcedores azulinos é recíproco. ?O carinho que eu tenho pelo CSA é verdadeiro, aprendi a gostar do Azulão ouvindo as histórias deste clube, história que os roupeiros me contavam, o Velhinho (o massagista Dorge), dirigentes e torcedores, e eu sempre queria ouvir mais e mais dessas histórias incríveis. Tudo isso me emocionava demais, e eu chegava a pensar: ?Caraca, quero ser igual a esses jogadores que passaram por aqui (CSA), quero ganhar títulos, ser reconhecido. Eu imaginava muita coisa boa, mas, infelizmente, nem tudo é assim fácil. Porém, conquistei o carinho da torcida e do clube. Eu não sei se um dia eu vou voltar para o CSA, mas o meu carinho por esse clube e por essa torcida permanecerá para sempre?, revelou o jogador. * Sob supervisão da editoria de Esportes