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TRAG�DIA EM MATA COLOMBIANA

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A primeira versão dizia que o motivo da queda foi uma pane elétrica no sistema, porém, as autoridades trabalham agora com a possibilidade de falta de combustível. A queda aconteceu a cerca de 30 quilômetros de Medellín, onde a Chapecoense enfrentaria o Atlético Nacional no primeiro jogo da final da Copa Sul-Americana. O avião perdeu contato com a torre de comando, quando sobrevoava as cidades de La Ceja e Aberrojal, já na segunda- -feira, à 0h33 de Brasília, e a queda ocorreu à 1h15 no Cerro El Gordo ? segundo informações do aeroporto José Maria Córdova. No radar por satélite, é possível perceber que dois aviões voavam bem próximos ao local da queda, e que o veículo que transportava a Chapecoense deu voltas antes no ar esperando autorização para aterrissar, cerca de 7km da pista de pouso do aeroporto. O avião caiu em local de difícil acesso, em um vale na montanha, inacessível por carro. Imagens do acidente mostram que a aeronave atingiu árvores e abriu uma clareira entre elas. Ontem à tarde, foram encontradas as duas caixas-pretas pela unidade administrativa especial Aeronáutica Civil. A Chapecoense pegou dois voos. O primeiro partiu de São Paulo às 16h de segunda-feira, saindo de Guarulhos, a Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Era um voo normal, de carreira ? já que a Anac não liberou que a delegação fosse direto em voo fretado à Colômbia ?, operado pela empresa boliviana BoA. O segundo avião, o do acidente, era bem menor. Pertencia à empresa Lamia e tinha capacidade para 95 pessoas. Era um modelo Avro Regional Jet 85, também conhecido como Jumbolino, de matrícula CP-2933, produzido pela British Aerospace.

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