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Sheilla ataca CBV e acusa descaso

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As reclamações não são de agora. Mas, ao ver o espaço se fechar ainda mais, um grupo com algumas das principais jogadoras do País resolveu protestar. Diante das mudanças no ranking para a Superliga feminina da próxima temporada, campeãs olímpicas se posicionaram em rota de colisão com a Confederação Brasileira de Vôlei. Sheilla é uma delas. Após ano sabático, a oposta planeja o retorno às quadras. Mas, com a manutenção do limite de duas jogadoras com nível sete ? o máximo possível ? por equipe, ela viu o caminho de volta se complicar. Sheilla sempre foi contra a ideia do ranking, criado na temporada 92/93 com o propósito de equilibrar os times da Superliga. Na prática, porém, ela diz que não é bem assim. Aponta, por exemplo, a supremacia de Rio de Janeiro e Osasco nas conquistas, com raras exceções. ?Sempre fui contra. São coisas que só prejudicam. É discriminação, somos punidas no nosso País por sermos as melhores. Agora ficou nítido, com o ranking valendo só para as jogadoras de sete pontos. Terem excluído o ranking das outras é ótimo, mas deveria ser para todas. Assim, abre espaço para estrangeiras, desvaloriza as principais jogadoras do País. A Superliga está nivelada por baixo, e vai ficar pior?, diz.

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