Esportes
VALE N�O ENTRAR EM CRISE
Em situação nenhuma o clássico entre CRB e CSA deixará de ter sua importância. Neste domingo, às 16h, no Estádio Rei Pelé, os dois mais tradicionais rivais do futebol alagoano se enfrentam sob o clima de ressaca de uma vergonha que passaram no meio da semana. Já eliminado da Copa do Nordeste, o CSA foi a Natal para enfrentar o ABC e voltou para a capital alagoana derrotado pelo time potiguar, que optou por ?rodar? o elenco, utilizando um time mesclado com reservas, jogadores estreantes e atletas oriundos da divisão de base. Já o CRB jogou no Rei Pelé para carimbar sua passagem para as quartas-de-final precisando apenas de uma vitória para despachar o Itabaiana. O time sergipano segurou o Galo, empatou, comemorou uma classificação histórica e eliminou o futebol alagoano. Na realidade do Alagoano, CSA e CRB estão garantidos no Hexagonal. O CRB, inclusive, já com o primeiro lugar no Grupo A assegurado há duas rodadas. Detentor da melhor campanha ? até o momento ? o time azulino quer assegurar o primeiro lugar no Grupo B e também no somatório geral de pontos da competição. Os dois têm motivos nobres ? e nem tão nobres assim ? para vencer o clássico. VAZIO O clássico será o último com portões fechados, devido à punição dada aos clubes pelo STJD. Sendo este o quarto do ano, o equilíbrio até agora é total. Cada um venceu uma partida e houve um empate. Se um dos dois vencer, desenhará uma hegemonia sobre o adversário. Se vencer, o CRB poderá tirar do time azulino o status de primeiro do Grupo B e a melhor pontuação entre todos os clubes do Hexagonal. Já o CSA trabalha para vencer, pois seria o primeiro do grupo, manteria o status de melhor campanha e abriria, por exemplo, oito pontos sobre o CRB, o que poderia garantir uma vantagem importante na fase semifinal ou na final do Estadual, caso fosse enfrentar o próprio CRB. Entre os motivos ?não tão nobres? está a possibilidade de instalar uma crise no rival.