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OS SETE ACERTOS CAPITAIS DA SELE��O BRASILEIRA AP�S A CHEGADA DE TITE

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As oito vitórias consecutivas, algo inédito na história da Seleção Brasileira nas Eliminatórias, asseguraram o que parecia impossível quando Dunga deixou o cargo na 6ª colocação. O crescimento da equipe brasileira pelas mãos do técnico Tite foi premiado com a vaga para o Mundial da Rússia. E os resultados não vieram por acaso, mas a partir de decisões importantes e o trabalho obstinado do treinador e sua comissão técnica que pensam em cada pequeno detalhe. O site UOL apontou os acertos capitais da era Tite, que vão desde a definição de um time base às relações pessoais, e desde uma evolução nítida de Neymar e as apostas certeiras em nomes como Gabriel Jesus e Paulinho. OS SETE ACERTOS 1 ? Um time-base rapidamente escolhido e mantido. A base do primeiro jogo, ainda no Equador, teve dez jogadores titulares mantidos ao longo nos oito duelos. A exceção foi Coutinho na vaga de Willian. 2 ? O goleador foi encontrado. Gabriel Jesus deu um salto enorme de patamar com o treinador. Tite aproveitou o viés de alta do atacante na Olimpíada e no Palmeiras e apostou nele como seu centroavante, que não poderia ter dado melhor resposta: cinco gols nos seis primeiros jogos. 3 ? A recuperação de Neymar. Ele foi o principal nome da Olimpíada, mas teve uma relação conturbada com jornalistas e deu sinais de descontrole na Rio-2016. Tite assumiu a missão de fazer o craque evoluir em aspectos pessoais, em conduta dentro de campo e em se inserir em um contexto mais coletivo. 4 ? Resgate de jogadores e nova relação com os atletas. Se Thiago Silva e Marcelo eram nomes descartados por Dunga, Tite imediatamente enviou o recado aos atletas: o passado estava zerado e ele iria trabalhar para ter sempre os melhores. O retorno dos dois atletas experientes foi uma mensagem importante de que a relação, tradicionalmente difícil com Dunga, mudaria com a nova comissão técnica. Ela também se aplica a funcionários da CBF e jornalistas, todos satisfeitos com o atual técnico pelas relações pessoais. 5 ? A defesa quase não sofre mais gols e o time leva poucos cartões. Com Dunga, oito gols sofridos em seis jogos. Com Tite, dois em oito jogos das Eliminatórias. A estabilidade (só quebrada por um pênalti sofrido por Marcelo, no Uruguai, e por gol contra de Marquinhos, contra a Colômbia) foi vital para o Brasil construir suas oito vitórias. A organização tática também ajuda, entre outros motivos, a sofrer poucos cartões. Miranda, Marcelo, Casemiro, Paulinho e Renato Augusto estão pendurados, mas não receberam cartões amarelos em São Paulo. As suspensões têm sido poucas. 6 ? Comissão técnica mais robusta e que observa tudo. Em relação a Dunga, Tite buscou a qualificação de sua equipe de trabalho. O antecessor só tinha apenas um auxiliar, o atual treinador tem por perto Sylvinho e Cléber Xavier. 7 ? O crescimento da turma chinesa. O trabalho para que Paulinho, Gil e Renato Augusto se tornassem figuras importantes dentro do grupo é outro ponto em destaque. Com o fisioterapeuta Bruno Mazziotti, na China, trabalhos físicos específicos são realizados no dia a dia, seja por ele ou em consultoria. Agora, todos também se apresentam normalmente quatro dias antes dos demais para iniciar treinos e ganhar ritmo. ?

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