Esportes
Rio-2016: escolas n�o saem do papel
A subsecretária municipal de Esportes e Lazer do Rio de Janeiro, Patricia Amorim, afirmou, em Audiência Pública sobre o legado olímpico da Rio-2016, quarta-feira, que as quatro escolas previstas para serem construídas na Arena do Futuro, palco do handebol na Olimpíada, não sairão do papel por falta de recursos. ?Não há recurso em orçamento para construir novas escolas hoje. Apostava-se em uma parceria público-privada que não aconteceu. Se tivesse acontecido, as arenas estariam desmontadas e o projeto seguiria. Hoje, ainda há um projeto, mas não existe recurso?, disse. A transformação do local em escolas era o plano do ex-prefeito Eduardo Paes. A responsabilidade da desmontagem da arena, assim como do Estádio Aquático que recebeu o americano Michel Phelps, é do ente municipal. Mas isso não foi feito. Segundo o edital da concessão do Parque Olímpico lançado no ano passado, a empresa que vencesse a licitação para gerir a área teria de arcar com o desmonte e a construção das escolas. Mas a licitação fracassou devido à falta de interessados. O governo federal assumiu quatro instalações (Velódromo, Centro de Tênis, Arena Carioca 1 e Arena Carioca 2) e já apresentou um plano de legado. A Arena Carioca 3 ficou com a prefeitura. Mas, conforme noticiou a ?De Prima?, a empresa francesa Lagardáre já demonstrou interesse em gerir a região.