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Caso Sub-20: divergências expõem problemas na arbitragem

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O caso que envolveu as agressões ao quarteto de arbitragem da partida entre Coruripe e Santa Cruz, na semifinal do Alagoano Sub-20, ganhou novos capítulos. Na última sexta-feira, os assistentes Ana Paula Santos e Francisco Raimundo Freitas, e o quarto árbitro, Márcio dos Santos Oliveira, mudaram a versão inicial dada após o incidente. Com depoimentos individuais, os assistentes afirmam que o próprio árbitro Júlio César Farias teria armado toda a situação. ?...quando estávamos dentro do vestiário, o árbitro central, Sr. Júlio César Farias, de forma inesperada, usando a anilha de 5kg, arremessada pelos agressores, passou a arremessar contra os objetos, uma vez contra a pia, uma vez o vaso (sanitário) e uma vez contra a porta do vestiário, demonstrando descontentamento, indignação e fúria, em virtude das agressões sofridas pela equipe de arbitragem, determinando que tirassem fotos do local depredado e afirmando que iria relatar que teria sido ali onde os agressores teriam realizado as agressões e depredações contra ele, dizendo que estava fechado para com os quatro membros?, publicaram em declarações distintas, mas com o mesmo texto, os dois árbitros assistentes e o quarto árbitro da partida, no site da Federação Alagoana de Futebol (FAF), junto à súmula do jogo. Após tomar conhecimento desses fatos, Júlio César Farias reafirmou que a agressão aconteceu nos vestiários e que os assistentes teriam mudado a versão. ?Eles foram comigo para a Central de Polícia, fizemos o Boletim de Ocorrência, assinaram concordando com tudo e depois mudaram a posição. Não sei por que fizeram isso. Mas a verdade vai aparecer?, disse Farias.

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