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Pai relata vida após 1 ano sem Arthur Maia
No dia 29 de novembro de 2016, o avião que levava a delegação da Chapecoense para enfrentar o Atlético Nacional, na final da Copa Sul-Americana, caiu próximo a Medellín, na Colômbia, vitimando 71 pessoas. Entre elas, o alagoano Arthur Maia, que teve sua vida interrompida aos 24 anos de idade. Às vésperas de completar um ano sem Arthur, a família ainda sofre com a sua falta, dor que aumenta com a chegada do dia que todos voltam a lembrar da tragédia. ?Todas as vezes que a gente começa a conversar sobre ele, Katia (mãe de Arthur) chora. Na casa da minha mãe tem alguns banners dele, quando estamos lá e olho pro lado, ela está chorando. Tem sido muito difícil?, falou Roberto Maia, pai de Arthur. Residentes no bairro da Ponta Grossa, os pais de Arthur disseram que era um sonho do filho dar uma melhor condição de vida a eles. ?Ele sonhava em nos dar uma casa boa, um carro, o que fosse bom para nós. E conseguiu. Hoje moramos em uma bela casa, mas, infelizmente, Arthur morreu antes de nos ver morando nela?, relatou. * Sob supervisão da editoria de Esportes