Esportes
Prata em Londres, Yohansson prevê 2018 mais tranquilo
O ano de 2016 foi especial para o alagoano Yohansson, que conquistou duas medalhas (prata e um bronze) nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro. Em 2017, ele disputou o Mundial de Londres e, outra vez, obteve mais duas medalhas. Sem um calendário recheado este ano, o alagoano espera por meses mais tranquilos. ?Este ano quero tirar para dar uma fortalecida no corpo e na mente, sei que os anos de 2019 e 2020 serão árduos. O calendário para este ano ainda não foi divulgado, mas sei que não vai ter nenhuma competição de grande porte. Em ano de competição, a gente acaba treinando freneticamente, mas quando não tem um calendário pesado, a gente diminui o ritmo, sendo que mantendo sempre o condicionamento, não pode deixar cair?, declarou. Com 30 anos, Yohansson pode se dar ao luxo de relaxar. O velocista tem um currículo invejável, são dez medalhas em mundiais e seis em paralimpíadas. Apesar de ter chegado ao topo em várias oportunidades, ele quer mais: quer subir ao pódio do próximo Mundial e carimbar seu nome nos Jogos de Tóquio, em 2020. ?O ano de 2017 foi bem prazeroso para mim. O de 2016 foi excelente, conquistei medalhas na Paralimpíada em casa, junto com a torcida. Esse ano fui para o meu quarto Campeonato Mundial em Londres. Eu sei que é um marco muito grande, mas não quero parar por aqui, quero chegar em Tóquio bem, conquistar mais medalhas?, completou.